sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Leituras para o Haloween

31 de Outubro é o Dias Das Bruxas (Halloween).

Selecionamos alguns títulos disponíveis de livros de terror para você se preparar para esta data:

  1. Contos macabros: 13 histórias sinistras da literatura brasileira - Ana Letícia Leal - Ed. Escrita Fina
  2. Terror na festa - Janaína Amado - Ed. Ática
  3. Três terrores - Leo Cunha - Ed. Saraiva
  4. Os góticos: vampiros, múmias, fantasias e outros astros da literatura de terror - Antônio Luiz Aguiar - Ed. melhoramentos
  5. Contos de terror e mistério - Edgard Allan Poe - Ed. do Brasil
  6. Frenesi: histórias de duplo terror - Heloisa Seixas - Ed. Prumo
  7. Sete gritos de terror - Edson Gabriel Garcia - Ed. Moderna
  8. Sete faces do terror - Carlos Queiroz Telles; et. al. - Ed. Moderna
  9. A face oculta do terror - A . J. Langguth- Ed. Círculo do Livro
  10. A dama morcega: narrativas de terror fantástico - Giulia Moon - Ed. landy
  11. Histórias para não dormir: dez contos de terror - Edgard Allan Poe - Ed. Novo Continente
  12. Histórias folclóricas de medo e de quebranto - Ricardo Azevedo - Ed. Scipione
  13. Coleção Fantasmas da Rua do Medo - R. L. Stine - Ed. Rocco
  14. Coleção Rua do Medo - R. L. Stine - Ed. Rocco
  15. Coleção Para Morrer de Medo - Darren Shan - Ed. Rocco
  16. O motorista que contava assustadoras histórias de amor - Lourenço Cazarré - Ed. Saraiva
  17. O mais assustador do folclore: monstros da mitologia - Luciana Garcia - Ed. Caramelo - (EDIÇÃO EM BRAILLE)
  18. Sete histórias de arrepiar: contos mineiros para crianças - Fernanda Lamego - PBH
  19. (assustadoras) Casas mal-assombradas - Coco Valero - Ed. Record
  20. Férias de arrepiar - Graziela Bozano Hetzel- Ed. Atual
  21. Histórias de arrepiar - Regina Drummond - Ed. Giz
  22. Os mortos de Catolé - Maxs Portes - Ed. Cutiara
  23. Coleção Goosebumps - R. L. Stine - Ed. Fundamento
  24. 1001 fantasmas - Heloisa Prieto - Ed. A Página
  25. O fantasma de Canterville - Oscar Wilde - Ed. Casa da Palavra ( Disponível em romance em em quadrinhos)
  26. O fantasma de Tio William - Rubens Francisco Lucchetti - Ed. Ática
  27. Presas: A Dádiva da escuridão - Marcos Moraes - Ed. Novo Século
  28. Um rosto no computador - Marcos Rey - Ed. Ática
  29. O ouro do fantasma - Manuel Filho - Ed. Ática
  30. Meus (terríveis) fantasmas - Luis Tomás Melgar - Ed. Record
  31.  Contos de mistério e assombros - Nelson Albissú - Ed. Cortez
  32.  Formaturas infernais - Meg Cabot; et. al. - Galera Record
  33. Contos de assombração - Neide T. Maia Gonzalez - Ed. Ática  
  34. Histórias mal-assombradas do tempo da escravidão - Adriana Messias - Ed. Biruta
  35. Um cadáver ouve rádio - Marcos Rey - Ed. Ática

  36. Contos de horror: histórias para ler a noite - Mary  Cholmondeley- Ed. Universo
  37. O edifício fantasma - Origenes Lessa - Ed. Nova Fronteira 
  38. O casebre fantasma - Luci Guimarães Watanabe - Ed. Moderna
  39. O fantasma do Tarrafal - Jean-Yves Loude - Ed. Alis
  40. A última viagem do navio fantasma - Gabriel Garcia Marques - Ed. Record 
Ufa!
Acho que vocês já tem opções suficientes.
Boa Leitura!

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Qual a origem do Halloween?



Esta festa reproduz as tradições dos povos de Gália e Grã Bretanha entre os anos 600 A.C e 800 D.C, sendo que hoje com adaptações feitas pelos Estados Unidos como as decorações e fantasias. Com maior relevância nos países anglo-saxônixos como Canadá, Reino Unido e Estados Unidos, tem base em celebrações dos antigos povos mas não possui registro assertivo da sua origem.

A celebração deste dia tem duas origens na história:
Na origem pagã, está de acordo com a celebração do povo Celta. Com a invasão dos romanos nas ilhas britânicas, houve a mescla das culturas o que fez com que a origem celta fosse esquecida com o tempo. O povo celta fazia uma comemoração chamada “festa de Samhaim” que  acontecia entre os dias 5 e 7 de novembro durando uma semana e dava inicio ao novo ano celta.

Diziam que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar os vivos e os lares, guiando seus familiares rumo ao outro mundo.
Esta festa era uma das mais importantes para este povo, pois celebrava o que pra nós seria o “céu e o inferno”. Para os celtas o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não havia sofrimento.

Esta data (embora com outro significado) na origem católica, existe desde o século IV. A igreja da Síria considerava um dia para festejar Todos os Mártires. O Papa Bonifacio, três séculos mais tarde, passou a celebrar o dia para Todos os Santos. Esta festa era celebrada em 13 de maio, porém o Papa Gregório mudou esta data para 01 de novembro. No ano de 840 o mesmo Papa ordenou que esta data fosse comemorada universalmente. Como se tornou uma grande festa, tinha inicio no dia 31 de outubro com celebração vespertina e vigília. Traduzindo para o inglês esta festa era chamada de “All Hallow’s Eve” (vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas “All Hallowed Eve” e “All Hallow Een” até chegar à palavra atual “Halloween”.
Outra hipótese para o surgimento desta festa na igreja católica, é que esta, teria tentado eliminar a festa pagã de Samhaim.

A relação entre essa data e as bruxas, ocorreu na Idade Média quando havia a perseguição a homens e mulheres que eram considerados curandeiros. Os que fossem suspeitos dessa prática eram chamados de bruxos no sentido negativo. Como punição eram levados a julgamento e consequentemente a fogueira. Quando essa cultura foi levada aos Estados Unidos pelos imigrantes irlandeses, povo de cultura celta ficou então conhecida como “Dia das Bruxas”.

Hoje o Dia das Bruxas pouco tem a ver com a maneira que era celebrada antigamente. O que restou foi a referência aos mortos, mas com características bem distintas. Devido a esta relação, os símbolos usados nesta festa são sempre assustadores: Bruxas, caveiras e gatos pretos, são comuns nesta data.

As crianças participam desta festa se fantasiando e batem de porta em porta na vizinhança pedindo doces e guloseimas com a frase “doçura ou travessura”. Acontece na véspera do dia de todos os Santos no dia 31 de outubro em grande parte do Ocidente, mas com maior significância nos Estados Unidos.

No Brasil esta comemoração é mais recente e acontece devido à grande influência americana, principalmente pelos grandes veículos de comunicação. Os cursos de inglês também exercem significativa importância neste movimento no país para que haja uma vivência da cultura estrangeira pelos alunos.

Alguns brasileiros não concordam com a comemoração desta data no país argumentando que o Brasil tem um folclore muito rico e que não deve ser esquecido, ao contrário, deve se valorizado. Então, para isso, foi criado pelo governo o dia do Saci comemorado também em 31 de outubro desde 2005.

Perfil Éric Sanvoisin

Eric Sanvoisin é um autor francês de literatura infantil , nascido 
É também revisor no mercado editorial, professor, DTP, corretor assistente materna na edição técnica e bibliotecário (desde 1993). Todas essas atividades giram em torno de livros e crianças. Diz que a escrita é a sua respiração, não vive sem. E que escreve para crianças, porque é uma literatura que lhe enche e um universo que lhe alimenta.
Pai de 9 filhos e avô.
Autor da série Draculivro, onde Odilon, um garoto comum, conhece um ex-vampiro e se transforma em um chupa-tinta. Conheça os livros da série AQUI

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Série Draculivro

Draculivro é uma série de livros sobre o garoto Odilon, filho de um livreiro mas que não gosta de ler. É como se diz o ditado "em casa de ferreiro, o espeto é de pau".


No primeiro livro da série, O Chupa-tinta, Odilon passa as férias observando os clientes da livraria, seus estranhos hábitos de cheirar, tatear, empenhar-se em encontrar a tão preciosa obra para leitura. Em uma tarde, um homem com um caminhar estranho, parecendo flutuar, aparece e sacando um canudinho do bolso e colocando-o entre as páginas, põe-se a beber o livro. Ele fica surpreso e intrigado com o fato bizarro e decide seguir o homem.
Este homem é um ex-vampiro que, após o consumo excessivo de sangue desenvolveu uma doença no fígado e passou a beber a tinta dos livros. O nome dele é Chupa-tinta.
É após este encontro que o gosto de Odilon pela leitura se modifica através de fato nada convencional.
"A tinta líquida é insossa. É como uma dieta sem sal. Por outro lado, a tinta que envelheceu no papel possui um sabor incomparável. É um verdadeiro deleite." O Chupa-tinta, pág. 30
O segundo livro é Um Canudinho Para Dois. Nele, Odilon sente-se sozinho por não poder dividir o segredo de ser um chupa tinta e teme pela solidão. Então conhece Carmilla, uma menina linda, mais linda que a menina mais linda da escola e descobre que ela também tem um segredo.

"Aspiro as histórias capítulo por capítulo. É delicioso. Quando elas entram na boca, fazem cócegas na ponta da língua. Sinto o gosto de todas as aventuras! Ora sou um pirata em um altivo veleiro de três mastros, ora navego no espaço a bordo de um foguete." Um Canudinho Para Dois, pág. 5
A leitura é ideal para crianças, principalmente as menores pois o livro ele é "magrelinho" tem letras em fonte ampliada e vocabulário fácil. A história em si, fascina bastante o pequenos leitores pela presença do ser sobrenatural. Mas é uma excelente dica para ser trabalhado nas aulas de literatura pois Odilon descobre no decorrer da história o prazer da leitura. Ou ainda pode ser lido em voz alta para um grupo de crianças, precisei de uns 5 minutos mais ou menos para ler cada livro.
Na nossa biblioteca você encontra os dois primeiros livros da coleção: O Chupa-tinta e Um Canudinho Para Dois. A série se completa com: O Pequeno Chupa-tinta Vermelho, O Chupa-erros de ortografia, O Livro dos Pequenos Chupa-tintas, A Pequena Chupa-cores, A Cidade dos Chupa-tintas.
Boa leitura!
Bárbara Leilane - auxiliar da tarde

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Perfil: C. C. Hunter

C.C. Hunter chama-se  Craig Christie, cresceu em Alabama, onde pegou vaga-lumes, correu descalça, e regularmente resgatou príncipes em potencial, na forma de rãs.


Ela agora vive no Texas, com seus quatro gatos resgatados, um cão e um príncipe de um marido, que não é assim um sapo. Quando não está escrevendo, ela está lendo, gastando o tempo com sua família.
Mundialmente conhecida pela série Acampamento Shadow Falls que fala de personagens sobrenaturais vivendo em meio aos mortais tendo Kylie, uma adolescente de 16 anos como protagonista. Hunter também escreve romances humorísticos e suspense românticos.

Suas obras: Nascida à meia-noite, Desperta ao anoitecer, Levada ao entardecer, Sussurros ao luar, Escolhida ao anoitecer, Renascida, As crônicas de Della Tsang.

Conheça com detalhes a história de Kylie no primeiro livro da saga Acampamento Shadow Falls AQUI.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Resenha: Nascida à meia-noite

Tenho, há dois anos, um grupinho especial de alunas apaixonadas pelos romances sobrenaturais e como elas conseguiram me ultrapassar nas leituras (Parabéns!!), segui a indicação que me deram de ler a saga. (Beijos Amanda Caroline, Vanessa Marcelle, Larissa Pereira...)
Nascida à meia-noite é o primeiro volume da saga Acampamento Shadow Falls da autora CC. Hunter.
Kylie é uma adolescente de 16 anos com problemas que vão além dos habituais das garotas desta idade. A recente morte de sua avó, o divórcio dos pais e o fim do namoro com Trey já seriam o bastante. Mas a vida da nossa protagonista está um pouco mais complicada. Kylie tem terror noturno e frequentemente acorda com os próprios gritos, suada e  ofegante. Não bastasse, está sendo perseguida pelo Soldado Dude ( que em inglês significa um soldado qualquer). Detalhe, apenas ela consegue ver o tal Soldado Dude.

"Graças ao fim do namoro com Trey e ao divórcio dos pais, seu verão tinha ido parar no vaso sanitário. E, do jeito que as coisas estavam indo, sem dúvida alguém passaria por lá e daria a descarga." (pág.13)

Depois de uma festa regada a álcool e drogas e uma batida policial, Kylie vai para a delegacia. Sua mãe, que já a considerava problemática, obrigando-a a frequentar o psiquiatra, decide por fim enviar Kylie a um acampamento para adolescentes como ela. 
No ônibus Kylie começa a perceber que o Acampamento Shadow Falls é para adolescentes bem mais problemáticos que ela. Que eles eram muito mais sinistros que de fato problemáticos: um garota segurava um sapo, a outra era branca como uma folha de papel, um cara tinha olhos que trocavam de cor, a motorista era tão baixa que ela achava impossível conseguir tocar os pedais do ônibus...

"E foi então que Kylie não teve mais dúvidas: sua vida havia se tornado de fato uma merda. E alguém tinha dado a descarga." (pág. 19)

Holiday e Sky são as líderes do acampamento e na primeira reunião esclarecem o motivo daqueles jovens estarem ali. Kylie percebe-se ainda mais confusa do que jamais esteve. O acampamento Shadow Falls não é para jovens problemáticos, mas para jovens sobrenaturais problemáticos.
Kylie então entra em conflito com tudo aquilo que julgava ser irreal: lobisomens, fadas, bruxas, vampiros... estavam todos ali, reunidos! E ela era uma destas criaturas, só não sabia ainda qual, mas assim como as outras, nascida à meia-noite. O mistério da descendência fantástica de Kylie persiste até o final do livro. A única coisa certa é que o Soldado Dude é um fantasma e que ela tem o dom de se comunicar com eles.
Além do drama da aceitação de ser sobrenatural, Kylie viverá um dilema amoroso. No acampamento ela conhece Derek, um metamorfo, e Lucas, um lobisomem, pelos quais ela sente algo especial, diferente do que sentia pelo cafajeste do Trey e diferente entre eles próprios.

"Tinha medo de estar gostando de Derek só porque ele se parecia com Trey. Com Trey, a lembrança de Derek a perturbava. Isso sem falar na atração/medo que sentia por um certo lobisomem de olhos azuis. Seria possível confusão maior?" (pág. 184)

Com todos estes elementos, a história deveria ser fantástica, certo? Errado. Meninas, sinto desaponta-las mas vocês falaram tanto desta "maravilhosa série" que acabei criando uma expectativa muito grande em uma história que fosse capaz superar inclusive a minha favorita, A Mediadora da Meg Cabot. Não que seja exatamente ruim, não é isto. Mas a história segue lenta, sem nenhuma parte de prender o fôlego, nem me dando aquele gás para saber o que vem a seguir. Achei muito morninho, não enfadonho, mas devagar. Poxa, li 315 páginas assim sem fortes emoções, não estou acostumada com isto nos primeiros volumes de sagas ou trilogias. Normalmente os primeiros são recheados de emoção e ficamos na ladainha "já está tarde mas vou ler só mais um capítulo...", mas não. Não fiquei assim e isto fez ele perder pontos. No entanto, terminarei a leitura da saga porque acredito que sendo a ela, composta por mais 5 livros, que continue neste ritmo. E ainda preciso descobrir o que Kylie é, com quem ela irá ficar e o que nossa autora reservou ao futuro de outros personagens importantes da história.
Indico a leitura, como sempre indicarei pois o que não foi bom para mim pode ser para você. Leia e deixe seu comentário.

Bárbara Leilane - Auxiliar da Tarde

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Perfil: Antoine de Saint Exupéry

Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry ou simplesmente, Antoine de Saint-Exupéry, filho do conde e condessa de Foscolombe, foi escritor, ilustrador e piloto da Segunda Guerra Mundial.

 Viveu 44 anos e morreu em 1944 durante a Segunda Guerra Mundial em  uma missão de reconhecimento sobre Grenoble e Annecy. Em 3 de novembro, em homenagem póstuma, recebeu as maiores honras do exército. Em 2004, os destroços do avião que pilotava foram achados a poucos quilômetros da costa de Marselha. Um corpo não identificável ​​usando cores francesas foi encontrado vários dias depois a leste do arquipélago Frioul ao sul de Marselha e enterrado em Carqueiranne em setembro. Não se sabe, ao certo, se o corpo era de Exupéry.

Suas obras foram caracterizadas por alguns elementos em comum, como a aviação e  a guerra. Também escreveu artigos para várias revistas e jornais da França e outros países, sobre muitos assuntos, como a guerra civil espanhola e a ocupação alemã da França.

No entanto, deve-se dar uma atenção ao livro O pequeno príncipe (O Principezinho, em Portugal) (1943), romance de maior sucesso de Saint-Exupéry. Foi escrito durante o exílio nos Estados Unidos, quando fez visitas ao Recife. E para muitos era difícil imaginar que um livro assim pudesse ter sido escrito por um homem como ele. Tamanho o sucesso desta obra que décadas depois, A. G. Roemmers  deu continuidade a história escrevendo O Retorno do Jovem Príncipe.

 Exupéry escreveu também O Aviador, Correio do Sul, Voo Noturno, Terra de Homens, Piloto de Guerra, Cidadela e Cartas ao Pequeno Príncipe.

Conheça algumas de suas frases:
O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.
Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção.
Num mundo que se faz deserto, temos sede de encontrar um amigo.
Um monte de pedras deixa de ser um monte de pedras no momento em que um único homem o contempla, nascendo dentro dele a imagem de uma catedral.

Leia também a resenha de O Pequeno Príncipe AQUI