quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Leituras para o Natal

 Enquanto o esperado dia de Natal não chega, vamos nos preparando com algumas histórias que acontecem nesta época do ano!
 
O grande dilema de um pequeno Jesus - Júlio Emílio Braz
O preconceito racial é o tema desta obra de ficção, baseada numa história real. Filipe, um menino negro, queria representar Jesus em uma peça de teatro da escola, mas nem os professores, nem seus colegas de classe concordavam em lhe dar o papel. Seria porque ele era negro? Mas, quem disse que Jesus era realmente branco? Acompanhe a luta de Filipe e veja se, ao contrário do ocorrido na vida real, ele conseguiu o tão desejado papel, vencendo o preconceito e o racismo da sociedade.

Deixe a neve cair - John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle
Na noite de natal, uma inesperada tempestade de neve transforma uma pequena cidade num inusitado refúgio para insuspeitos encontros românticos. Em Deixe a neve cair, bem-sucedida parceria entre três autores de grande sucesso entre os jovens, John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle escrevem três hilários e encantadores contos de amor, com direito a surpreendentes armadilhas do destino e beijos de tirar o fôlego. Comédia romântica com a assinatura de um dos maiores bestsellers da atualidade, o livro é o presente de Natal perfeito para os fãs de John Green e de histórias de amor e aventura.
São três histórias escritas por autores diferentes, porém todas conectadas entre si. Os contos são divertidos e tem tudo a ver com o espírito natalino, principalmente entre os jovens.

Um conto de Natal - Charles Dickens 
"Um Conto de Natal" do britânico Charles Dickens (1812-1870) é uma das histórias mais famosas da literatura ocidental. O enredo nos traz a figura de
Ebenezer Scrooge, um avarento homem de negócios londrino, rabugento e solitário, que não demonstra um pingo de bons sentimentos e compaixão para com os outros. Scrooge não deixa que ninguém se aproxime e rompa a sua dura carapaça, preocupando-se apenas com os negócios, o dinheiro e os lucros. No anoitecer frio da véspera natalina, ele é visitado pelo fantasma de Jacob Marley (seu antigo sócio comercial, morto há sete anos) que o repreende e anuncia que Scrooge se prepare, pois será visitado por três espectros do seu próprio passado, presente e futuro... A história da redenção do velho Scrooge vêm comovendo adultos e crianças de todas as épocas.
 
 A cabana - Willian P. Young
Não é a toa que esse livro lançado em 2007 já vendeu mais de 12 milhões de cópias, se tornando uma das obras mais lidas em todo o mundo. O enredo elaborado por Young prende o leitor da primeira a última página. Na história um homem vive amargurado com o desaparecimento de sua filha num acampamento de férias durante um final de semana em que toda a família estava reunida. Num momento de distração dos pais, a menina sai para brincar e nunca mais volta. Sinais de que a criança teria sido violentada e assassinada são encontrados em uma cabana abandonada nas montanhas.
Desde então o pai da garota passa a viver numa grande tristeza que já dura mais de três anos. Um dia, ao apanhar as correspondências da caixa de correios de sua residência, ele encontra uma carta supostamente escrita por Deus. Na correspondência, O Todo Poderoso marca um encontro com o sofrido pai na mesma cabana onde sua filha teria sido assassinada. A partir daí, com certeza muitas emoções começam a “rolar”.


O natal de Poirot - Agatha Christie
Véspera de Natal. A reunião da família Lee é arruinada pelo barulho ensurdecedor de móveis sendo destroçados, seguido de um grito agudo e sofrido. No andar de cima, o tirânico Simeon Lee está morto, numa poça de sangue, com a garganta degolada. Mas quando Hercule Poirot, que está no vilarejo para passar o Natal com um amigo, se oferece para ajudar, depara-se com uma atmosfera não de luto, mas de suspeitas mútuas. Parece que todos tinham suas próprias razões para detestar o velho...


quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Perfil James Phelan

James Clancy Phelan tem apenas 39 anos. É formado em arquitetura mas é uma promessa como escritor.
Nasceu em 21 de maio de 1979 em Melbourne, Voctoria, Austrália. Escreveu romances jovens adultos como a trilogia Sozinhos ( leia a resenha AQUI) e Os últimos 13.


Com 15 anos escreveu seu primeiro romance, Fox Hunt

Em 2006 foi eleito um dos 50 solteiros mais cobiçados da Austrália.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Resenha: Caçadores: Saga Sozinhos livro 1


Jesse é o protagonista ( atenção ao pronome, é "O Jesse" e não "A Jesse"). Ele está em um intercâmbio em Nova York em um vagão do metrô junto aos seus amigos, também de intercâmbio, Mini, Anna e Dave quando uma explosão faz o vagão virar e todos, exceto os amigos, morrem.

Bastante machucados, chegam a superfície e encontram as ruas vazias, entulhadas com destroços de prédios e carros batidos e abandonados. As pessoas? Estavam amontoadas ao redor de um hidrante que vazava. Bebiam água compulsivamente. Parecia uma sede impossível de ser saciada. Mais adiante um outro grupo bebia... o sangue de alguém deitado no chão.

 Assim começa a trilogia Sozinhos de James Phelan. 


Nas páginas seguintes, através da descrição de Jesse, acompanhamos a saga destes quatro jovens - que são os únicos humanos vivos - tentando sobreviver e ao mesmo tempo entender o que aconteceu. Eles encontram abrigo em um prédio e cada um se apega em algo que lhe de esperanças de sobreviver aos Caçadores (nome que deram aos que se transformaram).

Esta é a menor resenha que já escrevi pois não dá para falar muita coisa. Por que? Porque eles passam metade do livro escondidos naquele prédio, porque é Jesse quem conta a história e como ele não sabe o que aconteceu, nós também não ficamos sabendo! 

Se gostei? Ah, mais para menos que para mais. Foram 180 páginas enrolando para não descobrir o que aconteceu. Nem sei dizer se é um ataque terrorista com armas biológicas ou invasão alienígena ou apocalipse zumbi. E para completar, na penúltima página, ao estilo Júlio Emílio Braz, uma revelação que nos deixa com cara de bobo.



Leiam e tirem suas próprias conclusões. Temos ainda mais dois livros para entender esta, sei lá, distopia, ficção científica, aventura... Sobrevivente é o livro 2 e Quarentena o 3.


Bárbara Leilane - Auxiliar da tarde

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Leituras para o Haloween

31 de Outubro é o Dias Das Bruxas (Halloween).

Selecionamos alguns títulos disponíveis de livros de terror para você se preparar para esta data:

  1. Contos macabros: 13 histórias sinistras da literatura brasileira - Ana Letícia Leal - Ed. Escrita Fina
  2. Terror na festa - Janaína Amado - Ed. Ática
  3. Três terrores - Leo Cunha - Ed. Saraiva
  4. Os góticos: vampiros, múmias, fantasias e outros astros da literatura de terror - Antônio Luiz Aguiar - Ed. melhoramentos
  5. Contos de terror e mistério - Edgard Allan Poe - Ed. do Brasil
  6. Frenesi: histórias de duplo terror - Heloisa Seixas - Ed. Prumo
  7. Sete gritos de terror - Edson Gabriel Garcia - Ed. Moderna
  8. Sete faces do terror - Carlos Queiroz Telles; et. al. - Ed. Moderna
  9. A face oculta do terror - A . J. Langguth- Ed. Círculo do Livro
  10. A dama morcega: narrativas de terror fantástico - Giulia Moon - Ed. landy
  11. Histórias para não dormir: dez contos de terror - Edgard Allan Poe - Ed. Novo Continente
  12. Histórias folclóricas de medo e de quebranto - Ricardo Azevedo - Ed. Scipione
  13. Coleção Fantasmas da Rua do Medo - R. L. Stine - Ed. Rocco
  14. Coleção Rua do Medo - R. L. Stine - Ed. Rocco
  15. Coleção Para Morrer de Medo - Darren Shan - Ed. Rocco
  16. O motorista que contava assustadoras histórias de amor - Lourenço Cazarré - Ed. Saraiva
  17. O mais assustador do folclore: monstros da mitologia - Luciana Garcia - Ed. Caramelo - (EDIÇÃO EM BRAILLE)
  18. Sete histórias de arrepiar: contos mineiros para crianças - Fernanda Lamego - PBH
  19. (assustadoras) Casas mal-assombradas - Coco Valero - Ed. Record
  20. Férias de arrepiar - Graziela Bozano Hetzel- Ed. Atual
  21. Histórias de arrepiar - Regina Drummond - Ed. Giz
  22. Os mortos de Catolé - Maxs Portes - Ed. Cutiara
  23. Coleção Goosebumps - R. L. Stine - Ed. Fundamento
  24. 1001 fantasmas - Heloisa Prieto - Ed. A Página
  25. O fantasma de Canterville - Oscar Wilde - Ed. Casa da Palavra ( Disponível em romance em em quadrinhos)
  26. O fantasma de Tio William - Rubens Francisco Lucchetti - Ed. Ática
  27. Presas: A Dádiva da escuridão - Marcos Moraes - Ed. Novo Século
  28. Um rosto no computador - Marcos Rey - Ed. Ática
  29. O ouro do fantasma - Manuel Filho - Ed. Ática
  30. Meus (terríveis) fantasmas - Luis Tomás Melgar - Ed. Record
  31.  Contos de mistério e assombros - Nelson Albissú - Ed. Cortez
  32.  Formaturas infernais - Meg Cabot; et. al. - Galera Record
  33. Contos de assombração - Neide T. Maia Gonzalez - Ed. Ática  
  34. Histórias mal-assombradas do tempo da escravidão - Adriana Messias - Ed. Biruta
  35. Um cadáver ouve rádio - Marcos Rey - Ed. Ática

  36. Contos de horror: histórias para ler a noite - Mary  Cholmondeley- Ed. Universo
  37. O edifício fantasma - Origenes Lessa - Ed. Nova Fronteira 
  38. O casebre fantasma - Luci Guimarães Watanabe - Ed. Moderna
  39. O fantasma do Tarrafal - Jean-Yves Loude - Ed. Alis
  40. A última viagem do navio fantasma - Gabriel Garcia Marques - Ed. Record 
Ufa!
Acho que vocês já tem opções suficientes.
Boa Leitura!

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Qual a origem do Halloween?



Esta festa reproduz as tradições dos povos de Gália e Grã Bretanha entre os anos 600 A.C e 800 D.C, sendo que hoje com adaptações feitas pelos Estados Unidos como as decorações e fantasias. Com maior relevância nos países anglo-saxônixos como Canadá, Reino Unido e Estados Unidos, tem base em celebrações dos antigos povos mas não possui registro assertivo da sua origem.

A celebração deste dia tem duas origens na história:
Na origem pagã, está de acordo com a celebração do povo Celta. Com a invasão dos romanos nas ilhas britânicas, houve a mescla das culturas o que fez com que a origem celta fosse esquecida com o tempo. O povo celta fazia uma comemoração chamada “festa de Samhaim” que  acontecia entre os dias 5 e 7 de novembro durando uma semana e dava inicio ao novo ano celta.

Diziam que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar os vivos e os lares, guiando seus familiares rumo ao outro mundo.
Esta festa era uma das mais importantes para este povo, pois celebrava o que pra nós seria o “céu e o inferno”. Para os celtas o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não havia sofrimento.

Esta data (embora com outro significado) na origem católica, existe desde o século IV. A igreja da Síria considerava um dia para festejar Todos os Mártires. O Papa Bonifacio, três séculos mais tarde, passou a celebrar o dia para Todos os Santos. Esta festa era celebrada em 13 de maio, porém o Papa Gregório mudou esta data para 01 de novembro. No ano de 840 o mesmo Papa ordenou que esta data fosse comemorada universalmente. Como se tornou uma grande festa, tinha inicio no dia 31 de outubro com celebração vespertina e vigília. Traduzindo para o inglês esta festa era chamada de “All Hallow’s Eve” (vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas “All Hallowed Eve” e “All Hallow Een” até chegar à palavra atual “Halloween”.
Outra hipótese para o surgimento desta festa na igreja católica, é que esta, teria tentado eliminar a festa pagã de Samhaim.

A relação entre essa data e as bruxas, ocorreu na Idade Média quando havia a perseguição a homens e mulheres que eram considerados curandeiros. Os que fossem suspeitos dessa prática eram chamados de bruxos no sentido negativo. Como punição eram levados a julgamento e consequentemente a fogueira. Quando essa cultura foi levada aos Estados Unidos pelos imigrantes irlandeses, povo de cultura celta ficou então conhecida como “Dia das Bruxas”.

Hoje o Dia das Bruxas pouco tem a ver com a maneira que era celebrada antigamente. O que restou foi a referência aos mortos, mas com características bem distintas. Devido a esta relação, os símbolos usados nesta festa são sempre assustadores: Bruxas, caveiras e gatos pretos, são comuns nesta data.

As crianças participam desta festa se fantasiando e batem de porta em porta na vizinhança pedindo doces e guloseimas com a frase “doçura ou travessura”. Acontece na véspera do dia de todos os Santos no dia 31 de outubro em grande parte do Ocidente, mas com maior significância nos Estados Unidos.

No Brasil esta comemoração é mais recente e acontece devido à grande influência americana, principalmente pelos grandes veículos de comunicação. Os cursos de inglês também exercem significativa importância neste movimento no país para que haja uma vivência da cultura estrangeira pelos alunos.

Alguns brasileiros não concordam com a comemoração desta data no país argumentando que o Brasil tem um folclore muito rico e que não deve ser esquecido, ao contrário, deve se valorizado. Então, para isso, foi criado pelo governo o dia do Saci comemorado também em 31 de outubro desde 2005.

Perfil Éric Sanvoisin

Eric Sanvoisin é um autor francês de literatura infantil , nascido 
É também revisor no mercado editorial, professor, DTP, corretor assistente materna na edição técnica e bibliotecário (desde 1993). Todas essas atividades giram em torno de livros e crianças. Diz que a escrita é a sua respiração, não vive sem. E que escreve para crianças, porque é uma literatura que lhe enche e um universo que lhe alimenta.
Pai de 9 filhos e avô.
Autor da série Draculivro, onde Odilon, um garoto comum, conhece um ex-vampiro e se transforma em um chupa-tinta. Conheça os livros da série AQUI

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Série Draculivro

Draculivro é uma série de livros sobre o garoto Odilon, filho de um livreiro mas que não gosta de ler. É como se diz o ditado "em casa de ferreiro, o espeto é de pau".


No primeiro livro da série, O Chupa-tinta, Odilon passa as férias observando os clientes da livraria, seus estranhos hábitos de cheirar, tatear, empenhar-se em encontrar a tão preciosa obra para leitura. Em uma tarde, um homem com um caminhar estranho, parecendo flutuar, aparece e sacando um canudinho do bolso e colocando-o entre as páginas, põe-se a beber o livro. Ele fica surpreso e intrigado com o fato bizarro e decide seguir o homem.
Este homem é um ex-vampiro que, após o consumo excessivo de sangue desenvolveu uma doença no fígado e passou a beber a tinta dos livros. O nome dele é Chupa-tinta.
É após este encontro que o gosto de Odilon pela leitura se modifica através de fato nada convencional.
"A tinta líquida é insossa. É como uma dieta sem sal. Por outro lado, a tinta que envelheceu no papel possui um sabor incomparável. É um verdadeiro deleite." O Chupa-tinta, pág. 30
O segundo livro é Um Canudinho Para Dois. Nele, Odilon sente-se sozinho por não poder dividir o segredo de ser um chupa tinta e teme pela solidão. Então conhece Carmilla, uma menina linda, mais linda que a menina mais linda da escola e descobre que ela também tem um segredo.

"Aspiro as histórias capítulo por capítulo. É delicioso. Quando elas entram na boca, fazem cócegas na ponta da língua. Sinto o gosto de todas as aventuras! Ora sou um pirata em um altivo veleiro de três mastros, ora navego no espaço a bordo de um foguete." Um Canudinho Para Dois, pág. 5
A leitura é ideal para crianças, principalmente as menores pois o livro ele é "magrelinho" tem letras em fonte ampliada e vocabulário fácil. A história em si, fascina bastante o pequenos leitores pela presença do ser sobrenatural. Mas é uma excelente dica para ser trabalhado nas aulas de literatura pois Odilon descobre no decorrer da história o prazer da leitura. Ou ainda pode ser lido em voz alta para um grupo de crianças, precisei de uns 5 minutos mais ou menos para ler cada livro.
Na nossa biblioteca você encontra os dois primeiros livros da coleção: O Chupa-tinta e Um Canudinho Para Dois. A série se completa com: O Pequeno Chupa-tinta Vermelho, O Chupa-erros de ortografia, O Livro dos Pequenos Chupa-tintas, A Pequena Chupa-cores, A Cidade dos Chupa-tintas.
Boa leitura!
Bárbara Leilane - auxiliar da tarde